O Governo do Paraná está ampliando os investimentos em moradias destinadas à população idosa por meio do programa Viver Mais Paraná. Coordenada pela Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar), a iniciativa já soma 32 condomínios entregues, em construção ou em diferentes fases de implantação, com investimentos de aproximadamente R$ 244 milhões.
O programa foi criado para atender ao crescimento da população idosa no Estado e oferece moradias com infraestrutura adaptada, segurança e espaços voltados à convivência e ao bem-estar.
Os empreendimentos são construídos com recursos estaduais, em terrenos cedidos pelos municípios ou adquiridos pela Cohapar. Os moradores pagam um aluguel social equivalente a 15% de um salário mínimo, atualmente no valor de R$ 243,15, podendo permanecer nas unidades por tempo indeterminado.
Quando uma residência é desocupada, ela retorna ao programa para beneficiar outro idoso inscrito. Podem participar pessoas com 60 anos ou mais, solteiras ou casais, com renda familiar de até seis salários mínimos e que não possuam imóvel próprio, mediante análise socioeconômica.
Programa já atende nove municípios
Lançado em 2019, o Viver Mais Paraná já entregou condomínios em Jaguariaíva, Prudentópolis, Cornélio Procópio, Foz do Iguaçu, Arapongas, Campo Mourão, Ponta Grossa, Guarapuava e Cascavel.
Outros empreendimentos estão em construção nos municípios de São Miguel do Iguaçu, Loanda, Telêmaco Borba, Francisco Beltrão, Irati, Goioerê, Santo Antônio do Sudoeste, Guaíra, Toledo, Astorga e Ivaiporã.
Também há projetos em fase de contratação, licitação ou elaboração para Palotina, Paranavaí, Lapa, Laranjeiras do Sul, Quedas do Iguaçu, São José dos Pinhais e Umuarama.
Estrutura é voltada à qualidade de vida
Cada condomínio conta com 40 casas térreas adaptadas para pessoas idosas, além de espaços de convivência e lazer.
Os empreendimentos dispõem de centro de convivência, biblioteca, academia ao ar livre, horta comunitária, quiosques, salão de festas e áreas destinadas ao lazer.
Além da estrutura física, os moradores recebem acompanhamento nas áreas de saúde e assistência social, participam de atividades físicas e culturais e contam com ações voltadas ao fortalecimento da convivência comunitária.
Nos condomínios mais recentes, o projeto passou a incluir piscina aquecida para hidroginástica, salas de informática, sistemas de geração de energia solar e reaproveitamento da água da chuva.

