Em um movimento sem precedentes, o governo dos Estados Unidos anunciou sanções contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, e impôs uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros. A decisão foi motivada por alegações de violações à liberdade de expressão, perseguições políticas e impactos econômicos negativos.
As sanções foram aplicadas pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC), com base na Lei Magnitsky — legislação que permite punir estrangeiros envolvidos em violações de direitos humanos.
Segundo o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, Moraes é acusado de “campanha opressiva contra a liberdade de expressão, prisões arbitrárias e intimidação de adversários políticos”.
Impactos econômicos e reações
A ordem executiva assinada pelo presidente Donald Trump estabelece tarifa de 50% sobre todos os produtos de origem brasileira, com exceção de itens como suco de laranja, combustíveis, veículos, peças de avião, metais e madeira. A medida entra em vigor no dia 6 de agosto.
A Câmara Americana de Comércio (US Chamber) já solicitou à Casa Branca a revisão da tarifa, alertando para os prejuízos a empresas e consumidores nos dois países.
A Casa Branca também emitiu alertas a “cúmplices” de Moraes, indicando que outras figuras brasileiras poderão ser alvo de futuras sanções.
Fontes: Agência Brasil, G1 e CNN Brasil

