A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aplicou em agosto a bandeira vermelha patamar 2, que adiciona R$ 7,87 a cada 100 kWh consumidos. Para 2025, a projeção da agência é de um reajuste médio de 6,3% nas tarifas, valor acima da inflação.
Segundo a especialista em energia Amanda Durante, o aumento está relacionado ao período de seca. Com reservatórios em baixa, o acionamento de usinas termoelétricas — mais caras e poluentes — torna a energia elétrica mais cara.
Ela orienta consumidores a adotar medidas para reduzir o consumo, como programar o ar-condicionado para desligar durante a madrugada, manter temperatura em torno de 23°C, desligar filtros de água quando fora de casa e verificar equipamentos com defeitos que elevam o gasto.
Amanda também destacou a opção da energia por assinatura, modelo de geração compartilhada que pode gerar economia de até 20% na fatura sem a necessidade de instalar placas solares.

