O prefeito de Mauá da Serra, Givanildo Lopes (União), afirmou nas redes sociais que está sendo processado pela concessionária CCR PRVias, responsável pela BR-376.
Segundo o gestor, a ação judicial e uma denúncia à Polícia Federal teriam ocorrido em razão da organização de um manifesto contra a instalação de uma praça de pedágio no município. O prefeito apresentou documentos que, de acordo com ele, apontam a imposição de multa de R$ 5 mil por hora, sob alegação de que o ato teria como objetivo interditar a rodovia e depredar patrimônio da concessionária.
Lopes negou qualquer intenção de vandalismo e afirmou que a mobilização seria pacífica. Diante do processo, decidiu transferir o ato para a praça central da cidade, onde pretende coletar assinaturas da população para encaminhar à Assembleia Legislativa do Paraná e à Agência Nacional de Transportes Terrestres.
O prefeito ressaltou ainda que o projeto do pedágio foi aprovado em 2021, antes do início de seu mandato, e que a mobilização busca registrar a insatisfação da população.

