A Polícia Civil do Paraná concluiu, no dia 2, o inquérito sobre a denúncia de estupro feita por uma mulher de Cambira na Delegacia da Mulher de Apucarana. As investigações apontaram que o crime não ocorreu, e a denunciante será indiciada por denunciação caluniosa.
Provas descartaram violência sexual
Segundo a delegada Luana Lopes, áudios e mensagens mostraram que a relação foi consensual. A própria mulher admitiu isso em conversas com o suspeito, com a empresa onde ele trabalha e com o advogado.
O caso também revelou possível tentativa de extorsão: ela teria pedido ao investigado que pagasse um curso de vigilância em troca da retirada da queixa.
Contradições e outras ocorrências relacionadas
A denunciante havia alegado estar embriagada e incapaz de resistir, mas as evidências mostraram que ela tinha condições de se locomover normalmente, descartando vulnerabilidade.
A polícia também identificou vínculos da mulher com outra ocorrência investigada em Cambira, envolvendo uma suposta bomba.
Ela ainda tinha informado estar grávida, mas não apresentou exames que comprovassem a gestação.
Com a conclusão do inquérito, o segurança investigado foi inocentado.
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