Áudios divulgados pela Polícia Civil mostram diálogos entre Diego Henrique Afonso, um dos cobradores mortos, e Alencar Gonçalves de Souza Giron, contratante da cobrança. As conversas ocorreram na véspera do crime, em 4 de agosto de 2025, e revelam que o grupo subestimou o risco de cobrar uma dívida da família Buscariollo, ligada a atividades ilícitas.
Últimos registros antes do desaparecimento
A equipe repetia que era “forte” e que não sofreria represálias. Mesmo após alertas sobre o envolvimento dos devedores com contrabando, os cobradores insistiram na cobrança. No dia 5, Diego relatou clima de tensão, presença de armas e movimentação suspeita na região.
Poucas horas depois, o grupo desapareceu. Os corpos foram encontrados mais de 40 dias depois.

