A Polícia Militar de Ivaiporã registrou três ocorrências neste domingo, 11 de outubro de 2026, envolvendo uma denúncia de ameaça contra mulher, desacato a policiais militares e perturbação do sossego. Os atendimentos aconteceram em diferentes pontos da cidade.
A primeira ocorrência foi registrada por volta das 15 horas, na Rua Ceará, onde uma mulher procurou a Polícia Militar relatando que vinha sendo ameaçada pelo ex-namorado, que não aceita o fim do relacionamento, ocorrido em julho. Segundo a vítima, na noite anterior, o homem passou a enviar mensagens informando que estava em frente à residência dela. Por volta das 3 horas da madrugada, ele teria invadido a casa, revirado objetos e enviado uma fotografia mostrando o capô do carro da ex-companheira aberto, após ameaçar danificar o veículo. Ainda conforme o relato, o suspeito retirou uma faca da cozinha e a deixou sobre uma mesa, próxima à entrada da residência, como forma de intimidação. Quando os policiais chegaram, ele já havia deixado o local. A mulher apresentou informações sobre imagens de câmeras de segurança que registraram a presença do ex-namorado e foi orientada a procurar a Polícia Civil, levando as provas, para solicitar medidas protetivas de urgência.
A segunda situação aconteceu por volta das 20h45, na Avenida Aparício Cardoso Bittencourt. A Polícia Militar foi acionada após denúncias de que pessoas embriagadas estavam causando perturbação e retirando lixo das lixeiras, espalhando os resíduos pela via pública. Durante a abordagem, um homem e uma mulher teriam desacatado os policiais e desobedecido às ordens da equipe. Segundo o boletim, foi necessário o uso de técnicas de controle físico para conter a mulher. Os dois foram detidos e encaminhados à sede da 6ª Companhia Independente de Polícia Militar para a elaboração do Termo Circunstanciado de Infração Penal.
A terceira ocorrência foi registrada por volta das 23h15, na Rua Mangueira, no Jardim Nova Porã. Um morador acionou a Polícia Militar reclamando de uma festa realizada em uma área de lazer em frente à sua residência. Segundo ele, a confraternização havia começado por volta das 16 horas e, desde então, o som permanecia muito alto, com músicas de conteúdo considerado ofensivo. O solicitante informou que não desejava representar contra os responsáveis, apenas que fossem orientados. Uma equipe policial, com apoio de reforço, compareceu ao local e conversou com o responsável, que acatou as orientações e reduziu o volume do som. O boletim foi confeccionado para registro dos fatos.

