Na terça-feira (11), por volta das 20h, a Polícia Militar de Apucarana foi acionada via 190 para atendimento de uma ocorrência na Rua Rio Taquara, no Núcleo Habitacional João Paulo I. No endereço, uma mulher relatou que manteve um relacionamento com um homem, estando atualmente separados. Na data do fato, o ex-convivente entrou em contato informando que iria buscar alguns objetos de sua propriedade. Posteriormente, a moradora constatou que seus pertences haviam sido mexidos, incluindo um notebook, por meio do qual o autor acessou o aplicativo WhatsApp, que estava conectado, e obteve o contato do atual namorado dela. O homem enviou mensagens ao atual companheiro da vítima, proferindo ameaças e determinando que não se aproximasse dela. Minutos depois, o autor retornou, pulou o muro e entrou no imóvel sem autorização, iniciando uma discussão. Durante o desentendimento, ele ameaçou a ex-companheira, desferiu socos contra móveis e arremessou objetos no chão, fugindo em seguida. A vítima, que informou que o autor faz uso de tornozeleira eletrônica, foi orientada quanto às medidas legais.
Logo em seguida, por volta das 20h15 de terça-feira (11), outra equipe prestou atendimento a uma situação na Rua Santa Helena, no Loteamento Djalma Mendes de Oliveira. A solicitação repassada via 190 indicava uma possível violência envolvendo um casal e uma criança em via pública. No local, uma testemunha relatou que um jovem de 24 anos foi ao seu estabelecimento comercial, onde encontrou sua ex-convivente, de 31 anos. A testemunha informou que, por ciúmes, a mulher passou a agredir o rapaz com mordidas e tapas, e que ele tentou se defender. A mulher confirmou as agressões motivadas por ciúmes, mas alegou que o homem, que estava com o filho do casal no colo, teria se recusado a levá-la em casa e empurrado a criança em sua direção, além de tê-la agredido com mordidas, causando escoriações em suas mãos. Já o jovem negou as agressões, afirmando que apenas segurou a ex-companheira para se defender, e que ela causou danos na moldura externa de seu veículo, que estava estacionado na via. Ele apresentava hematomas e um arranhão no pescoço. A criança ficou sob os cuidados de uma tia e ambas as partes foram encaminhadas à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e, na sequência, à Delegacia de Polícia Civil.
Ainda na mesma noite, por volta das 23h40, policiais se deslocaram até a Avenida Irati para verificar um alarme disparado e suspeita de furto em um estabelecimento. Conforme o acionamento via 190, a equipe fez contato com o proprietário do imóvel, um homem de 61 anos. Ele relatou ter constatado apenas o corte do fio de um refletor e a remoção da tampa de um disjuntor, não sendo subtraído nenhum objeto do local. Foram realizadas vistorias e buscas em toda a área externa e nas imediações, contudo, nenhum suspeito foi localizado. Diante da ausência de prejuízo patrimonial por subtração, o dono do local foi orientado e o boletim registrado.
Já na madrugada de quarta-feira (12), por volta da 1h10, foi registrada uma tentativa de invasão a domicílio e ameaça na Rua Rio Negro, na Vila Regina. Segundo as informações repassadas via 190, o solicitante informou que sua genitora avisou sobre indivíduos tentando invadir a casa da família. No endereço indicado, a moradora de 72 anos e seu filho de 51 anos relataram que dois homens entraram no quintal e, armados com um pedaço de madeira, começaram a golpear a porta da sala. Os autores exigiram a quantia de R$ 50,00 e proferiram ameaças de agressão contra o filho da idosa. A mulher advertiu os indivíduos de que acionaria a Polícia Militar, momento em que eles fugiram tomando rumo ignorado. O morador disse conhecer os autores visualmente, mas não soube informar nomes ou características. Buscas foram realizadas nas imediações, mas os suspeitos não foram encontrados. As vítimas foram devidamente orientadas.

