A apucaranense Franciele Samara Galvão, de 40 anos, que morreu no dia 19 após quase um mês internada no Hospital Norte Paranaense (Honpar), em Arapongas, deixou uma filha de 19 anos com necessidades especiais. A jovem já está sob os cuidados do pai.
Segundo familiares, Franciele não vivia em situação de rua, como chegou a ser divulgado, e era moradora do Jardim Colonial. As circunstâncias que levaram à agressão ainda causam dúvidas à família.
Franciele foi espancada no dia 27 de dezembro de 2025 e internada em estado gravíssimo, após sofrer estrangulamento e uma parada cardiorrespiratória. Durante a internação, chegou a apresentar breve reação, mas o quadro permaneceu instável até a morte.
O velório ocorreu na Capela Mortuária Central de Apucarana, e o sepultamento foi realizado no Cemitério Cristo Rei.
O caso, inicialmente tratado como tentativa de feminicídio, passou a ser investigado como feminicídio consumado após a morte da vítima. Um suspeito foi preso no mesmo dia da agressão e confessou o crime. A Polícia Civil segue com as investigações.

